Outro aspecto urbano que é considerado um dos pilares do capitalismo, a propriedade de terra, seria também redefinida.
Os proprietários teriam papeis do tipo títulos, correspondentes às terras que herdaram. Como já disse anteriormente, todos os cidadãos teriam o direito a usar uma área mínima de terra como território particular e privativo. Excepcionalmente, um pouco mais, mediante pagamento de uma concessão. Apenas a área mínima poderia ser negociada.
Assim, como funcionaria um loteamento? Uma expansão urbana?
Haveria sim lotes individuais e lotes coletivos. Mas as divisas de cada lote seriam independentes. Ficaria cada lote isolado um do outro. Soltos.
Quebra de paradigma: os lotes não precisariam estar alinhados com as vias publicas. Todo
o entorno dos lotes seria de uso público.
Os loteamentos seriam lançados com seus lotes definidos como de uso residencial individual ou residencial coletivo. Inclui acessos ( à partir de uma via estrutural) e definição de equipamentos de saneamento básico, transportes, energia e comunicação.
Enfim, cada loteamento procuraria ser auto-suficiente e sustentável.